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VIDA GLORIOSA DE JESUS PDF Imprimir E-mail

 

Leia-se os Evangelhos de (Mt cap. 28), (Mc cap. 16), (Lc cap. 24), (Jo cap. 20).

Jesus foi morto e sepultado. Ao terceiro dia ressuscitou. Porém, enquanto Seu corpo esta no túmulo, Sua alma foi à "mansão dos mortos". Antes da Redenção, o Céu estava fechado. E, assim como os vivos aguardavam o Salvador, também os mortos por Ele ansiavam. Significando que o Céu fora reaberto, quando Jesus morreu, "o véu do Templo se rasgou".

O sacrifício de Cristo foi Universal. Cristo é, de fato, o centro da história, o centro da vida. Os frutos da Redenção abrangem o passado, o presente e o futuro. Cristo é a salvação – de todos. Enquanto Seu corpo estava enterrado, Ele foi anunciar aos justos que chegara a Redenção. Certamente, por ela esperavam Adão e Eva, Abel, Noé, Abraão, Moisés, Elias e todos os justos.

Para eles, chegara a Salvação. O Céu estava Aberto. Agora, contemplando Deus, estavam no Céu. Como, também, o bom ladrão. Pois Jesus, na hora da morte, fizera-lhe a promessa: "Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso" (Lc 23, 43; 1Pd 3, 19; 4, 6).

Depois, então, Jesus aparece aos vivos. Conforme narram os quatro Evangelistas e como confirma S. Paulo em suas epístolas (1Cor 15, 4-9):

"Ensinei-vos, antes de tudo, como eu mesmo o aprendi, que o Cristo morreu por nossos pecados, conforme as Escrituras, que foi sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; que apareceu a Cefas, depois aos Onze.

Mais tarde, apareceu, de uma só vez, a mais de quinhentos irmãos, dos quais, ainda hoje, vivem muitos e alguns morreram. Então, apareceu a Tiago e a todos os Apóstolos. Enfim, por muito, a mim também me apareceu como ao rebotalho".

Conferindo-se o trecho de S. Paulo com a narrativa dos quatro Evangelistas, temos um total de onze aparições de Cristo ressuscitado (antes de Sua ascensão):

1 – A Maria Madalena, junto ao sepulcro (Mc 16, 9); 2 – às mulheres que voltavam da visita ao túmulo (Mt 28, 9);3 – a S. Pedro (Lc 24, 34); 4 – aos dois discípulos, no caminho de Emaús (Lc 24, 13s);

5 – Aos apóstolos, reunidos no Cenáculo, estando ausente Tomé (que, depois, aos saber do fato, duvidou); 6 – aos apóstolos, pela segunda vez, no Cenáculo, com a presença de Tomé, convidado, então, por Jesus, a pôr as mãos em Suas chagas (Jo 20, 19s);

7 – A cinco apóstolos e dois discípulos, no mar Tiberiades (Jo 21, 1s); 8 – aos onze apóstolos, num monte da Galiléia (Mt 28, 16s); 9 – a mais de quinhentas pessoas juntas (1Cor 15, 5-7);

10 – A Tiago; 11 – aos onze apóstolos, em Jerusalém (1Cor 15). E, após a Sua ascensão, Ele apareceu ao próprio S. Paulo, em Damasco (1 Cor 15, 4-9).

Depois de ressuscitado, Jesus ficou, ainda, na terra, durante quarenta dias. Quis não deixar dúvidas sobre o fato. Porque esta era a prova decisiva de Sua divindade. Quando os escribas e fariseus pediram-lhe um sinal, Jesus respondeu-lhes, referindo-se ao profeta Jonas:

"Assim como Jonas esteve no ventre da baleia três dias e três noites, Ele estaria no coração da terra" (Mt 12, 39-40). E várias vezes predisse a própria ressurreição (Mt 16, 21) – (Mc 14, 28) – (Lc 18, 33) – (Jo 2, 19s).

Por isso, em sua primeira Epístola aos Coríntios (cap. 15, 14s), S. Paulo exclama: "Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação e inútil a nossa fé (...) e somos os mais miseráveis de todos os homens". Porém, ele, que não era cego, a seguir acrescenta:

"Mas agora Cristo ressuscitou dentre os mortos, como as primícias dos que dormem" e, após falar de nossa própria ressurreição, termina sua epistola com esta palavras: "Portanto, meus amados irmãos, ficai firmes e constantes, aplicando-vos sempre cada vez mais na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor".

Ascensão

É o ato de elevar-se, pelas próprias forças – foi o caso de Jesus.

No caso de Maria – Assunção – seu corpo, após a morte, foi transportado pelos anjos.

Depois daqueles quarenta dias, Jesus subiu aos céus. É a Ascensão do Senhor, narrada por (Mc 16, 19) – (Lc 24, 51) – (At 1, 9) e comentada em várias outras partes do Novo Testamento.

São Marcos diz:

"O Senhor, depois de lhes ter falado, se elevou ao Céu, e está sentado à direita de Deus".

Ficar à mão direita é ocupar o lugar mais honroso. Logo, Jesus Cristo, na sua humanidade, está no posto de honra junto de Deus. Muito acima de qualquer nome que possa existir, não só no presente século, mas no século vindouro, segundo se exprime S. Paulo (Ef 1, 21).

Jesus está sentado. Significa isso que Jesus está ali, qual um rei no trono, um juiz no tribunal. ‘Foi-me concedido todo o poder no Céu e na terra', declarou Ele próprio (Mt 28, 18). O destino que Ele que dar a este poder, bem o sabemos: é o de medianeiro a nosso favor (1Tm 2, 5); é de advogado nosso junto do Pai (1Jo 2, 1).

Ele roga a Deus por nós e procura facilitar-nos o ingresso no Paraíso (Jo 16, 24).

 
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