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PAPA MUDA ALGUNS ASPECTOS DA IGREJA, PORÉM JAMAIS TOCARÁ EM DOGMAS, POIS DOUTRINA É ALGO IMUTÁVEL PDF Imprimir E-mail

Papa FranciscoO Vaticano anunciou há mais de um ano o novo papa. O argentino Jorge Bergoglio, que se referiu a si mesmo como o papa que veio do fim do mundo, assumiu o comando da Igreja católica com o nome de Francisco e com a missão de reformar o clero. Porém, o que muitos não entendem, é que Francisco jamais mudará a doutrina do Catolicismo, pois doutrina é imutável.


Nesse primeiro ano à frente dos católicos, de fato, o papa adotou um tom mais conciliador. Apelou para a compreensão para as relações de homossexuais e de divorciados e disse desejar maior participação de leigos e das mulheres na igreja. Porém, Francisco deixou claro que devemos acolher os homossexuais e os divorciados, agora, aceitar tais comportamentos, jamais!. "A Igreja acolhe, mas não concorda". Ao mesmo tempo, os dogmas profundos do catolicismo não devem ser mudados, como avalia Isabelle de Gaulmyn, autora do livro "Un pape pour tous" (um papa para todos, em português) e editora-chefe da versão eletrônica do jornal católico La Croix.

"Ele não vai reinventar o dogma que conhecemos. Mas ele tem um jeito de ser papa e, sobretudo, de dizer como se deve ser cristão que acho muito interessante. Ele age como um padre que podemos encontrar nas igrejas todos os dias", avaliou. Ainda segundo a especialista no Vaticano, "tradicionalmente, o papa é alguém que fala dos grandes princípios e da verdade, mas o papa Francisco diz que, antes de ensinar dogmas e verdades, é preciso acolher as pessoas e falar de misericórdia", ponderou.

Mesmo sem tocar nos pilares da Igreja, o que para muitos fiéis desinformados é motivo de decepção, pois doutrina é imutável, Isabelle de Gaulmyn argumenta que Francisco consegue interessar para além do mundo dos fiéis católicos. Porém essa idolatria do papa ou "papalatria", como ela define, vai, justamente, de encontro ao que prega o próprio papa. "Esse é um papa que disse, imediatamente, que a Igreja tem que confiar mais nos episcopados locais. Ele não quer que tudo seja centralizado na figura do papa, em Roma. Pelo contrário. Por isso essa espécie de 'papalatria' é contrário de tudo o que ele quer”.

 
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