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O SUICÍDIO DE ACORDO COM O CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA - POR PADRE JONAS DOS SANTOS LISBOA PDF Imprimir E-mail

SuicídioMuitos internautas do Portal "Catolicismo Romano"  enviaram suas dúvidas sobre a questão do suicídio e a visão da Igreja Católica Apostólica Romana. 


Padre Jonas dos Santos Lisboa, respondeu alguns pontos essenciais sobre este assunto, de acordo com o Catecismo da Igreja. 


- Como a Igreja Católica analisa o suicídio? Para onde vão as almas?

Resposta Padre Jonas: 
O Catecismo da Igreja Católica (C.I.C) é claro ao afirmar que “ o suicídio é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. É proibido pelo quinto mandamento”. C.I.C. nº 2325. “O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar a própria vida”. C.I.C. 2281. Se a pessoa comete o suicídio com toda a consciência do seu ato, e se não tiver tempo para se  arrepender, não se salva, pois morre em estado de pecado grave.

- Quando se trata de um esquizofrênico, por exemplo, ou alguém que está em depressão profunda, e se suicida, qual o posicionamento doutrinário da Igreja?

Resposta Padre Jonas:  A esta pergunta, também o Catecismo oficial da Igreja responde: “Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou das tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida”. C.I.C. 2282

- Quando alguém, em plena consciência de seus atos ese mata, por algum infortúnio, o que ocorre?


Resposta Padre Jonas:  Esta pergunta está relacionada com a anterior, pois que o infortúnio muitas vezes causa distúrbios, angústia e medo da provação.  Portanto esse revés na vida pode diminuir a responsabilidade, dependendo do grau de consciência que a pessoa tenha ao praticar o atentado contra a própria vida.

- Em casos raríssimos, quando alguém está "possuído" pelo demônio, e o padre não consegue exorcizar, e esta pessoa tira sua própria vida, o que acontece?

Resposta Padre Jonas: .A possessão tira da pessoa toda a responsabilidade de seus atos. O demônio é que está no comando das atitudes paranormais  e violentas. Portanto o suicídio seria neste caso não obra da pessoa, mas do espírito que a domina. Nem sempre a possessão do corpo é acompanhada da possessão da alma. Portanto, a pessoa pode neste caso se salvar, pois que mesmo não tendo sucesso o exorcismo do corpo, a pessoa certamente recebe a absolvição que a perdoa e a livra da possessão da alma, pois que todo pecado grave tem como consequência esta possessão da alma e a absolvição é um sacramento eficaz a que o demônio não pode resistir.

Finalizando:  Respondi com o Catecismo da Igreja Católica, porque as perguntas eram no sentido de saber o     que pensa a Igreja a respeito. O Catecismo reflete justamente o pensamento da Igreja. E é com as palavras deste mesmo Catecismo que concluo: “Não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A  Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida”. C.I.C. nº 2283.

Padre Jonas dos Santos Lisboa é colaborador dos portais "Catolicismo Romano" e ´"Rádio Italiana". Pertence ao clero da Administração Apostólica São João Maria Vianney. Cursou Filosofia e Teologia no Seminário da Diocese de Campos dos Goytacazes.  Responsável pela celebração da Missa Tridentina, na forma extraordinária em latim, do rito romano, na Capela de Santa Luzia em São Paulo.

 

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