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SATANISMO E REVOLUÇÃO MARXISTA - O SATANISMO CONFESSO DE MARX E DE OUTROS CORIFEUS DA REVOLUÇÃO PDF Imprimir E-mail

Satanismo e a revolução marxista"Nesta revolução, teremos que despertar o Demônio nas pessoas, incitar as paixões mais vis" (Bakunin).

 

SATANISMO E REVOLUÇÃO

"A extinção da religião, como a felicidade ilusória do homem, é uma exigência para sua felicidade real. O chamado para que ele abandone as ilusões a respeito da sua condição é um chamado para abandonar uma condição que requer ilusões. A CRÍTICA À RELIGIÃO É, PORTANTO, A CRÍTICA A ESTE VALE DE LÁGRIMAS DO QUAL A RELIGIÃO É A AURÉOLA". (Marx, Karl und Friedrich Engels. Zur Kritik der Hegelschen Rechtsphilosophie. Einleitung, (Critica de la Filosofía de la Ley de Hegel. Introducción) MECA, I, i (1), 607-608.)

MARX, POETA

OS VERSOS SATÂNICOS DE KARL MARX

"Assim um deus tirou de mim tudo, Na maldição e suplício do destino. Todos os seus mundos foram-se, sem retorno! Nada me restou a não ser a vingança! Meu desejo é me construir um trono. Seu topo seria frio e gigantesco, Sua fortaleza seria o medo sobre-humano, E a negra dor seria seu general, Quem olhar para ele com olhar são Voltará, mortalmente pálido e silencioso, Arrebatado por cega e fria morte. Possa a sua felicidade preparar-lhe o seu túmulo”. (Marx, Karl. Des Verzweiflenden Gebet (Invocación de un Desesperado) Ibid. 30-31)

"OS VAPORES INFERNAIS ELEVAM-SE E ENCHEM O CÉREBRO. ATÉ QUE EU ENLOUQUEÇA E MEU CORAÇÃO SEJA TOTALMENTE MUDADO. VÊ ESTA ESPADA? O PRÍNCIPE DAS TREVAS VENDEU-A PARA MIM. POIS ELE MARCA O COMPASSO E DÁ OS SINAIS. CADA VEZ MAIS OUSADO, EU ME ENTREGO À DANÇA DA MORTE". (Marx, Karl. Spielmann (El Violinista) Ibid. 57-58. 10. Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 1. Ibid. 60. 11. Acto 1, Escena 2. Ibid. 63)

"Eles são também, Oulanem, Oulanem. Este nome ressoa fortemente como a morte. Soando até morrer em vil rastejo. Pare! Agora o agarrei! Ergue-se da minha alma, tão claro como o ar, tão forte como meus próprios ossos.” (Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 1. Ibid. 60.)

“Contudo, ainda tenho força em meus braços juvenis para agarrar-te e triturar-te [quer dizer, a humanidade personificada]. Com um tempestuoso poder. Enquanto para nós, o abismo se abre nas trevas. Você afundará, e eu lhe seguirei dando gargalhadas; Sussurrando em seus ouvidos: ‘Desça, venha comigo amiga’”. (Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 2. Ibid. 63)

"Arruinado, arruinado. Meu tempo esgotou-se. O relógio parou, a casa do pigmeu desmoronou. Breve apertarei a eternidade ao peito, E breve bradarei gigantescas maldições sobre a humanidade." (Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 3. Ibid. 68)

"TUDO O QUE EXISTE É DIGNO DE SER DESTRUÍDO". (Marx, Karl. Louis Bonaparte. (El 18 de Brumario) MEW, VIII, 119)

"AH, ETERNIDADE, ELA É A NOSSA ETERNA MÁGOA: UMA INDESCRITÍVEL E IMENSURÁVEL MORTE, VIL E ARTIFICIALMENTE CONCEBIDA PARA DE NÓS ESCARNECER... Quanto a nós, automatizados, cegamente mecânicos, feitos para sermos o calendário louco do tempo e do Espaço, nenhum outro propósito temos, a não ser o de acontecer, para sermos arruinados”. (Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 3. MEGA, I, i, (2), 68)

"Se existe algo que devora, pulo para ser engolido, embora deixando o mundo em ruínas. Este mundo que se avoluma entre mim e o abismo, Eu o reduzirei a pedaços com as minhas continuas maldições. Lançarei meus braços ao redor da sua rude realidade.

Abraçando-me, o mundo passará silenciosamente. E, ENTÃO, MERGULHARÁ NO NADA ABSOLUTO, MORTO, SEM QUALQUER VIDA: ISSO SERIA REALMENTE VIVER". (Marx, Karl. Oulanem, Acto 1, Escena 3. MEGA, I, i, (2), 68)

"DESEJO VINGAR-ME D' AQUELE QUE GOVERNA LÁ EM CIMA". (Ibidem)

A seguinte citação foi tirada do poema de Marx Sobre Hegel: "PALAVRAS EU ENSINO, TODAS MISTURADAS EM UMA CONFUSÃO DEMONÍACA”. (Marx, Karl. Hegel, Ibid. 41-42)

Em seu poema "A Donzela Pálida", ele escreve: "ASSIM, EU PERDI O DIREITO AO CÉU, SEI DISSO PERFEITAMENTE: MINHA ALMA, OUTRORA FIEL A DEUS, ESTÁ DESTINADA AO INFERNO". (Marx, Karl. Das bleiche Mädchen. (La Doncella Pálida). Ibid. 55-57)

O jovem Marx escreveu “A Diferença entre a Filosofia da Natureza de Demócrito e a de Epicuro", em cujo prefácio ele se associa à declaração de Ésquilo: ‘Eu nutro ódio contra todos os deuses’". (Marx, Karl. Ueber die Differenz der demokrítschen und epikureischen Naturphilosophie. Vorrede. (La Diferencia entre la Filosofía de la Naturaleza de Demócrito y Epicuro. Prefacio.) Ibid. 10)

O biógrafo de Marx continua:

Quase não há dúvidas de que aquelas histórias intermináveis eram autobiográficas... ELE TINHA UMA VISÃO DIABÓLICA DO MUNDO, UMA MALEVOLÊNCIA DIABÓLICA. AS VEZES PARECIA ESTAR CONSCIENTE DE ESTAR REALIZANDO AS OBRAS DO DIABO”. (Payne, Robert. Marx. (New York: Simon & Schuster, 1968) 317)

Em seu poema Orgulho humano, Marx confessa que seu objetivo não é melhorar o mundo, nem reformá-lo, nem revolucioná-lo, senão simplesmente arruiná-lo e desfrutar de sua ruína:

"Com desdém lançarei meu desafio na face do mundo, E verei o colapso desse pigmeu gigante, cuja queda não extinguirá meu ardor. Então vagarei como um deus vitorioso, entre as ruínas do mundo. E, DANDO ÀS MINHAS PALAVRAS UMA FORÇA ATIVA, SENTIR-ME-EI IGUAL AO CRIADOR". (Marx, Karl. Menschenstolz (Orgullo Humano). MEGA, I, i (2) 50)

BAKUNIN, anarquista

“Aqui entra Satanás, o eterno rebelde, o primeiro livre-pensador e emancipador dos povos. ELE FAZ COM QUE O HOMEM SE ENVERGONHE DE SUA IGNORÂNCIA E OBEDIÊNCIA BESTIAIS; ELE O LIBERTA; ESTAMPA-LHE SOBRE SUA FRONTE O SELO DA LIBERDADE E HUMANIDADE, FAZENDO-O DESOBEDECER E COMER O FRUTO [DA ÁRVORE] DO CONHECIMENTO”. (Bakunin, Mikhail. God and the State (Dios y el Estado). (New York: Dover Publications, 1970) 112)

"NESTA REVOLUÇÃO, TEREMOS QUE DESPERTAR O DEMÔNIO NAS PESSOAS, INCITAR AS PAIXÕES MAIS VIS". (Bakunin, Mikhail apud Gul, Roman. Dzerjinskii. (París: publicado por el autor, 1936. En ruso) 81)

Bakunin revela que Proudhon, outro importante pensador socialista e ao mesmo tempo amigo de Karl Marx, também "adorava Satanás"(Enzensberger, Hans. Gespräche mit Marx und Engels. (Conversaciones con Marx y Engels) (Frankfurt-am-Main: Insel Verlag, 1973) 407)

PROUDHON, socialista


Proudhon, em "Sobre a Justiça na Revolução e na Igreja" declarou que Deus era o protótipo da injustiça: "Nós alcançamos o conhecimento apesar Dele, alcançamos a sociedade apesar Dele. Cada passo à frente é uma vitória na qual derrotamos o Divino." (Proudhon, Pierre-Joseph. Philosophie de la Misére. (Filosofía de la Miseria) (París: Union Générale d'Editions, 1964) 199-200)

"Deus é estupidez e covardia; Deus é hipocrisia e falsidade; Deus é tirania e pobreza; Deus é o mal. Nos lugares em que inclina-se ante um altar, a humanidade, escrava de reis e sacerdotes, será condenada. Eu juro, Deus, com a mão estendida para os céus, que não és nada mais do que o algoz da minha razão, o espectro da minha consciência... Deus é essencialmente anti-civilizado, antiliberal, anti-humano." (Proudhon, Pierre-Joseph. Philosophie de la Misére. (Filosofía de la Miseria) (París: Union Générale d'Editions, 1964) 200-201)

Quando a revolução comunista irrompeu em Paris em 1871, O CAMARADA FLOURENCE DECLAROU: "NOSSO INIMIGO É DEUS. O ÓDIO A DEUS É O PRINCÍPIO DA SABEDORIA". (Boyer, Charles. The Philosophy of Communism. (Filosofía del Comunismo) 10. The Political Atheism of Communism, (El Ateísmo Político del Comunismo), por Igino Giordani. (New York: Fordham University Press, 1952) 134)

Karl Marx, satanista

‘Quero me vingar daquele que reina lá em cima’

Karl Marx

Livro impressionante, a merecer urgente atenção de um bom editor nacional é, sem sombra de dúvida, este “Marx and Satan”, do reverendo Richard Wurmbrand (Living Book Company, Bartlesville, USA, 1986). A edição que leio, a oitava, data de 2002, porém em 2008 o livro já cruzara a 20ª impressão e fora traduzido para o russo, chinês, alemão, romeno, eslovaco, húngaro e albanês — não por acaso línguas de países que constituíam a antiga Cortina de Ferro e materializavam, na prática, as teorias demoníacas de Karl Marx.

Download: Era Karl Marx um satanista?

No histórico, o livro de Wurmbrand começou como uma pequena brochura que continha algumas anotações sobre as possíveis ligações entre Marx e a igreja satânica. Posteriormente o autor, durante 14 anos prisioneiro nos campos de concentrações da Romênia comunista, levantou uma quantidade enorme de documentos e correspondências e aprofundou pesquisa biográfica minuciosa em torno do “filódoxo” alemão, mormente no período em este freqüentou a Universidade de Berlim, sem deixar de lado, no entanto, a temporada em que viveu na próspera cidade de Colônia (1842), onde trabalhou como co-editor da “Gazeta Renana” — FASE EM QUE MARX, NEGANDO DEUS, “TORNOU-SE UM ADORADOR DE SATÃ E PARTÍCIPE ATIVO E REGULAR DE PRÁTICAS E HÁBITOS OCULTISTAS”.

De fato, nesta época, conforme registra Wurmbrand com riqueza de detalhes, Marx mudou inteiramente de conduta. Longe da casa paterna, ao repudiar Cristo, ele tornou-se um beberrão violento. (Habitualmente, quando embriagado, para não pagar os credores, partia para a briga — foi autuado, certa feita, por porte de arma). Então, na qualidade de co-presidente do “Clube Tabernário”, que tinha como associados um bando de estudantes [bêbados], MARX ORGANIZAVA RITUAIS DE MAGIA NEGRA, PROFESSANDO A IDÉIA DE “CHUTAR DEUS DO REINO CELESTIAL”. POR QUALQUER RAZÃO, OU SEM RAZÃO NENHUMA, VOLTAVA-SE PARA O ALTO E PROCLAMAVA, EM IRA INCONTIDA: “EU O DESTRUIREI! EU O DESTRUIREI!”.

O próprio pai de Marx, Heinrich (um advogado judeu convertido ao cristianismo luterano), na ocasião, ao saber que o filho tinha “colocado novos deuses em lugar dos antigos santos” (confissão de Marx), tentou chamar sua atenção, por carta, lamentando o estranho comportamento do jovem radical: “O teu progresso, a querida esperança de ver teu nome algum dia ter grande reputação, e tua riqueza terrena não são os únicos desejos de meu coração. Essas são ilusões que tive há muito tempo, mas posso assegurar-te que a realização delas não me teria feito feliz. Apenas se teu coração permanecer puro e bater humanamente e se nenhum demônio for capaz de desviar teu coração de sentimentos melhores, apenas assim serei feliz”.

Ao lamento da carta paterna, Marx deu o calado como resposta, cortando a correspondência com o pai, salvo no caso de bilhetes curtos para pedir crescentes somas em dinheiro para saldar dívidas provenientes das bebedeiras homéricas e gastos com os rituais ocultistas.

Na mesma época, Marx ficou obcecado pela leitura do “Fausto”, a peça teatral de Goethe em que o personagem central faz um pacto com a figura de Mefistófeles, o “diabo em pessoa”. Num impulso, o futuro “Doutor do Terror Vermelho”, para tornar público a sua nova crença, escreve um drama intitulado “Ulanem” - anagrama de Emanuel, nome bíblico de Cristo -, tempos depois encenado e representado pelo próprio autor.

No texto, medíocre, mas considerado de natureza confessional, Marx revela o objetivo que marcará todos os atos de sua atribulada existência, qual seja, “a idéia de expulsar o Criador de sua morada e, ele próprio, Karl Marx, substituí-lo”. No último ato de “Ulanem”, em tom apocalíptico, assim se exprime o imperioso cultor de Satã: “Os vapores do inferno enchem o cérebro, até que fico louco e meu coração muda muito. Vês esta espada? O Príncipe das Trevas me vendeu. Para mim, ele marca o compasso e ordena os sinais. Cada vez mais atrevido, eu danço a dança da morte. E só então poderei caminhar triunfante, como um Deus, através das ruínas do seu Reino”.

Dado curioso, a mudança de Marx não se deu apenas no plano espiritual. Segundo anota Karl Heinzen, jornalista que trabalhou com ele na “Gazeta Renana”, a transformação se manifestou, também, no aspecto seu físico. “De jovem esbelto, ele se transformou num tipo atarracado, de lábio inferior incomumente grosso e de tez amarelo-sujo, acentuada pelos cabelos negros e espessos que pareciam brotar-lhe de quase todos os poros da face, dos braços, da orelha e do nariz. CABELUDO, COM SUA JUBA NEGRA RETINTA E OLHOS ENLOUQUECIDOS POR UM ESPÍRITO DE FOGO PERVERSO, MARX ERA A IMAGEM DE LÚCIFER, O ANJO DECAÍDO”.

O MESMO HEINZEN RELATA QUE, CERTA NOITE, DEPOIS DE UMA BEBEDEIRA, QUERENDO PARODIAR MEFISTÓFELES NUMA CENA DO “FAUSTO”, MARX “APROXIMOU-SE E DEU A ENTENDER QUE EU ESTAVA SOB SEU PODER. COM MALÍCIA DE PRETENDIDO DEMÔNIO, COMEÇOU A ME AGREDIR COM AMEAÇAS E TAPAS. ADVERTI-O A SÉRIO QUE O TRATARIA DO MESMO MODO. COMO NADA ADIANTASSE, DERRUBEI-O COM UM SOPAPO NUM CANTO DA SALA. ‘HÁ UM PRISIONEIRO LÁ DENTRO... - CAÇOOU ELE, NUMA IMITAÇÃO PRECÁRIA DE MEFISTÓFELES”.

Mais tarde, consolidada a personalidade demoníaca, Marx observa, em correspondência para Engels (segundo Franz Mehring, em “Marx – Story of His Life”): “A abolição da religião como uma felicidade ilusória dos homens é um requisito para a verdadeira alegria deles. O chamado para o abandono de suas ilusões acerca de suas condições é um chamado para abandonar uma condição que requer ilusões. A crítica da religião é, portanto, a crítica deste vale de lágrimas de que a religião é o halo”.

Marx se deu mal na sua pretensão de abolir a religião sobre a face da terra. A crença na existência de uma força transcendente, considerada como criadora do Universo, nunca esteve tão presente na vida da humanidade — em que pese a ingerência do “neodarwinismo” e a “singularidade” de teorias impossíveis de comprovar como a do Big Bang.

O Cristianismo, por sua vez, infenso à fricção da excomungada “Teologia da libertação”, nitidamente anticristã, cada vez mais se propaga em número de fiéis, a fortalecer a crença no Cristo filho de Deus.

Quando à Marx, reconheça-se, o seu espírito maligno permanece atuante — como o do próprio Satã, de resto —, a iludir facções de deserdados que, sob seus vapores, alargam as dores do mundo.

"NESTA REVOLUÇÃO, TEREMOS QUE DESPERTAR O DEMÔNIO NAS PESSOAS, INCITAR AS PAIXÕES MAIS VIS" (BAKUNIN)

Trecho do livro:

"... Caracteristicamente, "Oulanem" é uma inversão de um nome santo: é um anagrama de Emanuel, nome bíblico para Jesus, que em hebraico significa "Deus conosco". TAIS INVERSÕES DE NOMES SÃO CONSIDERADAS EFICAZES NA MAGIA NEGRA. Somente poderemos compreender o drama Oulanem, se ouvirmos primeiro a estranha confissão feita por Marx em um poema intitulado "O Violinista", mais tarde declamado tanto por ele como pelos seus seguidores:

"Os vapores infernais elevam-se e enchem o cérebro, Até que eu enlouqueça e meu coração seja totalmente mudado. Vê esta espada? O príncipe das trevas Vendeu-a para mim."

Estas linhas ganham significado quando se sabe que, nos rituais de iniciação superior dos cultos satânicos, é vendida ao candidato uma espada encantada que “assegura” o sucesso. A pessoa paga por ela, assinando, com o sangue tirado dos pulsos, um pacto segundo o qual sua alma pertencerá a Satanás após a morte. E agora uma citação do drama Oulanem:

"Assim, pois, ele marca o compasso e dá os sinais. Cada vez mais ousado, eu me entrego à dança da morte. Eles também são Oulanem. Este nome ressoa fortemente como a morte. Soando até morrer em vil rastejo. Pare! Agora o agarrei! Ergue-se da minha alma Tão claro como o ar, tão forte como meus próprios ossos. Contudo os meus braços são possuídos de força Para agarrar e triturar você (você = humanidade personificada). Com a força de um furacão.

Enquanto para nós, o abismo se abre nas trevas. Você afundará, e eu seguirei gargalhando. Sussurrando em seus ouvidos:

"Desça, venha comigo amigo".

A Bíblia que Marx estudou nos seus anos de colégio, e que ele conhecia bastante bem na idade madura, diz que o diabo será amarrado por um anjo e lançado no abismo sem fundo (abyssos em grego: Apoc. 20:3). Marx deseja arrastar toda a humanidade para esse abismo reservado para o diabo e seus anjos. Quem fala através de Marx nesse drama? É razoável esperar-se que um jovem estudante nutra como sonho de sua vida a visão da humanidade entrando no abismo das trevas ("trevas exteriores" é uma expressão bíblica para "inferno") e ele próprio escarnecendo ao seguir após aqueles que ele conduziu à incredulidade? Em nenhum lugar do mundo esse ideal é cultivado, exceto nos rituais de iniciação da igreja de Satanás, em seus mais elevados estágios.

Aproxima-se a hora da morte de Oulanem. Suas palavras são: "Arruinado, arruinado. Meu tempo esgotou-se. O relógio parou, a casa do pigmeu desmoronou. Em breve apertarei a eternidade ao peito. E em breve bradarei gigantescas maldições sobre a humanidade".

Marx admirava as palavras de Mefistófeles em Fausto:

"Tudo o que existe é digno de ser destruído". Tudo — inclusive o proletariado e os camaradas. Marx citou essas palavras em O 18 Brumário.

Stálin agiu de acordo com elas, destruindo até mesmo a sua própria família. A seita satanista não é materialista. Ela crê na vida eterna. Oulanem, o personagem por quem Marx fala, não nega a vida eterna. Ele a defende, mas como uma vida de ódio elevado ao extremo.

É importante notar que a eternidade para os demônios significa "tormento". Jesus foi acusado dessa forma pelos demônios: "Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo'?" (Mat. 8:29).

O mesmo sucede com Marx: ""AH, ETERNIDADE, ELA É A NOSSA ETERNA MÁGOA: UMA INDESCRITÍVEL E IMENSURÁVEL MORTE, VIL E ARTIFICIALMENTE CONCEBIDA PARA DE NÓS ESCARNECER... Quanto a nós, automatizados, cegamente mecânicos, feitos para sermos o calendário louco do tempo e do Espaço, nenhum outro propósito temos, a não ser o de acontecer, para sermos arruinados”.

Começamos a entender o que sucedeu ao jovem Marx. Ele tinha convicções cristãs, mas não vivia uma vida compatível com elas. A correspondência que trocou com seu pai testifica que ele dissipava grandes somas de dinheiro em prazeres, e mostra também suas constantes discussões com a autoridade paterna sobre este e outros assuntos. Nessa época, ele pode ter sido envolvido nas doutrinas altamente secretas da Igreja de Satanás, e ter recebido os rituais de iniciação.

Satanás fala através de seus adoradores, que o veem em suas orgias alucinatórias. Assim, Marx é apenas o porta-voz de Satanás, quando declara: "Desejo vingar-me d' Aquele que governa lá em cima".

Vejamos o final de Oulanem: "Se existe algo que devora, pulo para ser engolido, embora deixando o mundo em ruínas. Este mundo que se avoluma entre mim e o abismo, Eu o reduzirei a pedaços com as minhas continuas maldições. Lançarei meus braços ao redor da sua rude realidade. Abraçando-me, o mundo passará silenciosamente. E, ENTÃO, MERGULHARÁ NO NADA ABSOLUTO, MORTO, SEM QUALQUER VIDA: ISSO SERIA REALMENTE VIVER".

(Todas as Citações de Oulanem e dos poemas são da obra de Robert Payne O Desconhecido Karl Marx, New York University Press, 1971).

Em Oulanem, Marx faz o mesmo que o diabo; destina toda a raça humana à perdição. Oulanem provavelmente é o único drama do mundo no qual todos os personagens estão cônscios de sua própria corrupção, que ostentam e proclamam convictamente.

Neste drama, não há brancos e negros. Não há Cláudio e Ofélia, ou Iago e Desdêmona. Nele todos são negros e todos revelam aspectos de Mefistófeles. Todos são satânicos, corruptos e condenados.

Quando escreveu isso, Marx, um gênio precoce, tinha dezoito anos. O plano de sua vida já havia sido estabelecido. Não havia qualquer palavra quanto a servir à humanidade, ao proletariado ou ao socialismo. Ele desejava arruinar o mundo. Almejava construir para si um trono, cujo baluarte seria o estremecimento humano.

Nessa época, encontramos algumas passagens críticas na correspondência trocada por Karl Marx e seu pai. O filho escreve: "DESCEU UMA CORTINA. O MEU SANTO DOS SANTOS FOI FEITO EM PEDAÇOS E NOVOS DEUSES TIVERAM QUE SER INSTALADOS". Estas palavras foram escritas em 10 de novembro de 1837, por um jovem que professara o cristianismo até então.

Ele declarara que Cristo estava em seu coração. Agora não é mais assim. Quem são os novos deuses instalados em seu lugar?

O pai responde: "Abstive-me de insistir em explicações sobre um assunto muito misterioso, embora parecesse altamente suspeito".

O que era esse assunto misterioso? Até agora nenhum biógrafo de Marx explicou essas estranhas frases.

Werner Blumeberg, em seu livro Retrato de Marx, cita uma carta escrita pelo pai de Marx a seu filho, em 2 de março de 1837: "O seu progresso, a preciosa segurança de ver seu nome tornar-se um dia muito famoso e o seu bem-estar material não são os únicos desejos do meu coração. Estas foram ilusões que alimentei por longo tempo, mas posso assegurar-lhe que a sua realização não me teria tornado feliz. SOMENTE SE O SEU CORAÇÃO PERMANECER PURO E HUMANO, E SE NENHUM DEMÔNIO FOR CAPAZ DE AFASTAR SEU CORAÇÃO DOS MELHORES SENTIMENTOS, SOMENTE ENTÃO EU SEREI FELIZ". O QUE FEZ COM QUE UM PAI EXPRESSASSE REPENTINAMENTE O MEDO DA INFLUÊNCIA DEMONÍACA SOBRE UM JOVEM FILHO QUE ATÉ ENTÃO FORA UM CRISTÃO CONFESSO?...

Fonte: Cavaleiro do Templo (Por Ipojuca Pontes)

 

 

 

 
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