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Confissão é mais do que um encontro para duas palavrinhas e depois tudo continuar na mesma, diz Papa PDF Imprimir E-mail
O Papa disse hoje na homilia da Missa que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, no Vaticano, que para uma pessoa se confessar tem de “ir ao fundo dos pecados”, rejeitando resolver “o caso” com “duas pinceladas”.

Para Francisco ter “coragem de ir com fé verdadeira em direção ao Natal” implica deixar-se “recriar” por Jesus, olhando para a “raiz do próprio pecado” para que seja possível transformar-se em “homem novo” e “mulher nova”.

O Papa referiu na confissão não há “duas palavrinhas” e depois continua tudo na mesma.

“Somente duas pinceladas de verniz e acreditamos que com isso encerro o caso! Não! Os meus pecados, com nome e sobrenome:

Fiz e envergonho-me dentro do coração!”, disse o Papa a respeito da confissão.

Francisco acrescentou não se deve “esconder a gravidade dos pecados”, antes “ir ao fundo dos pecados”, “entregá-los ao Senhor” para que “Ele os cancele” e ajude cada um a “a avançar na fé”.

A partir do Evangelho do dia, que narra a cura do paralítico, o Papa explicou que Jesus curava e mostrava “um caminho de mudança” e as pessoas seguiam-no não porque “estava na moda” mas pela mensagem e porque curava.
 
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