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IDEOLOGIA DO GÊNERO E A NORMALIZAÇÃO DO GROTESCO: A PROVA DEFINITIVA DA EXISTÊNCIA DO DIABO PDF Imprimir E-mail

Usar a homossexualidade politicamente é coisa deste século, e há uma década o máximo que se ouvia a respeito referia-se a um tal movimento GLS, formado por gays, lésbicas e simpatizantes. Aposto que todos se lembram desta primeira denominação.

Gays, lésbicas e seus amigos descolados só queriam ser gente como a gente. Não que não sejam, não que não fossem, mas para se sentirem assim, eles precisavam esfregar-nos na cara seus órgãos genitais.. Se não o fizessem, com a prerrogativa de dizerem-se orgulhosos disso, e de nos exigir demonstração inequívoca de entusiasmo, não eram gente POR NOSSA CAUSA.

Passado pouco tempo, os amigos, os tais simpatizantes, já eram tantos, disseminados por ai pelo politicamente correto, que incluí-los na denominação era desnecessário. Foram retirados da sigla, que passou a contemplar os bissexuais e os transsexuais. O nome fantasia passou a ser LGBT.

 
Dai para a frente a bizarrice não conheceu freios e vem descendo a colina com toda a velocidade. Desde a cretinice de terminar substantivos e adjetivos com um x até a tentativa de normalização dos tipos mais esquisitos, como o Laerte e aquele cantor barbudo do American Idol que se veste como a Elisabeth Fonda, está bem claro que o movimento GLS era só a cabecinha entrando.


Enfim chega-se à ideologia de gênero, a prova definitiva da existência do diabo, por meio da qual se pretende violentar a mente das crianças, destruir a família, revolucionar, sempre com o patrocínio das grandes fortunas mundiais e de organismos que ensaiam um governo mundial.


Como tudo é um movimento em que o estranho e o repugnante vão sendo inseridos vagarosamente, na medida para que qualquer resistência seja paliativa e trampolim para o discurso de ódio, vai se normalizando o grotesco.


Este é o objetivo: NORMALIZAR O GROTESCO. Porque o grotesco choca, mas na medida certa, ele persiste, engrandece-se e reproduz-se.

 
Estamos às portas da normalização da pedofilia. Já começou a etapa de provocar vagarosamente, o que significa que a agulha já está sendo introduzida. À medida que machuca, ela anestesia, e dai segue em frente, até chegar na medula das consciências.

Este é o ponto em que a batalha é perdida e qualquer reversão só acontece por milagre.

 

Por isto, o menor sinal destas canalhices é motivo de revolta indignada, de briga se for preciso.

 

(Por Caio Gasparini)

 
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